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24 de setembro de 2021

Apoio e contato afetivo são fundamentais para a prevenção ao suicídio

No Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, 10 de setembro, o Comitê Estadual de Promoção da Vida e Prevenção ao Suicídio, coordenado pela Secretaria da Saúde (SES/RS), orienta a população sobre a importância do apoio e do contato afetivo com outras pessoas como fatores de proteção ao bem-estar físico e mental, sendo essenciais para a prevenção ao suicídio.
 
As pesquisas atuais mostram que é necessário termos uma rede de pessoas que nos dêem atenção e acolhimento. “Os seres humanos, não podem viver sozinhos, precisamos cuidar uns dos outros”, afirma a enfermeira Marilise Fraga de Souza, Chefe da Divisão de Políticas Transversais da SES/RS.
De acordo com ela, “é importante estarmos atentos às pessoas, escutando e dando sinais de interesse pelo outro e também precisamos valorizar a nossa saúde mental e procurar fazer coisas que nos ajudem a ficar bem”. Ela cita dicas para se sentir melhor no cotidiano, como fazer atividades físicas ao ar livre, valorizar os relacionamentos interpessoais, participando de grupos de convivência e salienta que nos primeiros sinais de sofrimento, devemos procurar ajuda.“Quando percebemos que estamos com dificuldades, com sentimentos desagradáveis persistentes, devemos buscar ajuda nos serviços de saúde mais próximos”, alerta.
 
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece uma rede de atenção em saúde que pode ajudar as pessoas em sofrimento mental, desde os serviços da Atenção Primária em Saúde (APS) até os da atenção especializada em saúde mental, como as equipes especializadas em saúde mental e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).
 
Os serviços da APS (Unidades Básicas de Saúde e Estratégias de Saúde da Família) são referência para o acolhimento e acompanhamento das pessoas em sofrimento psíquico e daquelas com transtornos mentais considerados mais leves, já os casos moderados, podem ser acompanhados pelas equipes especializadas de nível ambulatorial, enquanto os casos de transtornos mentais e comportamentais mais graves e persistentes são referenciados para os CAPS.

 

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